Phillip Greaves, 47 anos, é autor e editor do livro "The Pedophile's Guide to Love and Pleasure: a Child-lover's Code of Conduct" ("O guia do pedófilo para o amor e o prazer: um código de conduta para o amante da criança"), que ele classifica como uma obra de autoajuda. Greaves foi detido na sua casa, no Colorado, por ordem da Justiça da Flórida - Estado para onde ele havia enviado um exemplar, ao custo de 50 dólares, sem saber que o destinatário era um policial disfarçado. Questionado por um jornalista a respeito das acusações, no momento em que chegava à prisão do condado Polk, em Bartow (Flórida), Greaves declarou: "Erradas".
O livro foi vendido até o mês passado no site Amazon.com, que o retirou devido a queixas sobre seu conteúdo. O autor pode pegar cinco anos de prisão. "Ele criou esse livro especificamente para ensinar às pessoas como molestar sexualmente e estuprar crianças", disse Grady Judd, xerife do condado Polk, a jornalistas.
ESTE BLOG TEM COMO FUNÇÃO O COMBATE A PEDOFILIA, AO BULLYING E A QUALQUER OUTRA FORMA DE VIOLÊNCIA CONTRA AS CRIANÇAS E ADOLESCENTES, E AINDA A DIVULGAÇÃO DO PROJETO TODOS CONTRA PEDOFILIA DO DISTRITO FEDERAL. "Eduque a criança no caminho em que deve andar, e até o fim da vida não se desviará dele." PROVÉRBIOS 22,6.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
domingo, 26 de dezembro de 2010
FELIZ E ABENÇOADO NATAL E UM MARAVILHOSO 2011
A TODOS OS PARTICIPANTES DO BLOG, DESEJO QUE JESUS POSSA RENASCER EM PLENITUDE NO CORAÇÃO DE CADA UM, E QUE EM 2011 POSSAMOS TER UM BRASIL E UM MUNDO MAIS JUSTO, COM MAIS AMOR, MAIS PAZ E UNIÃO ENTRE TODOS. QUE SEJAMOS MAIS AINDA INCANSÁVEIS NA LUTA E NO COMBATE A PEDOFILIA E A QUALQUER FORMA DE VIOLÊNCIA SEXUAL INFANTIL.
ABRAÇO A TODOS. DEUS OS ABENÇOE.
ABRAÇO A TODOS. DEUS OS ABENÇOE.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
IDOSO É PRESO ACUSADO DE ABUSAR SEXUALMENTE DE UMA ADOLESCENTE EM CEILANDIA
Publicação: 21/12/2010 - Correio Braziliense
Um homem foi preso na tarde de segunda-feira (20/12) acusado de abusar sexualmente de uma menor em Ceilândia. O senhor de 66 anos trabalhava em uma obra na casa da família da menina, na QNN 17 de Ceilândia Sul, quando teria agarrado e jogado a adolescente no sofá para apalpar e beijá-la.
No depoimento, a menor informou que o idoso não chegou a passar desses atos e que ela começou a brigar e a ameaçar chamar a polícia. Ele fugiu do local. A vítima ligou para o namorado, que foi com ela até a 19ª Delegacia de Polícia (P Norte) para registrar a ocorrência. Logo depois, os policiais se dirigiram à casa do acusado, onde anunciaram a prisão.
A menina foi levada ao Instituto Médico Legal (IML) para passar por exames. Enquanto o resultado do laudo médico não sai, o idoso permanece preso do Departamento de Polícia Especializada (DPE). Se condenado, pode pegar de seis a 10 anos de reclusão. A delegacia só deve divulgar o nome do acusado após o laudo ficar pronto.
Um homem foi preso na tarde de segunda-feira (20/12) acusado de abusar sexualmente de uma menor em Ceilândia. O senhor de 66 anos trabalhava em uma obra na casa da família da menina, na QNN 17 de Ceilândia Sul, quando teria agarrado e jogado a adolescente no sofá para apalpar e beijá-la.
No depoimento, a menor informou que o idoso não chegou a passar desses atos e que ela começou a brigar e a ameaçar chamar a polícia. Ele fugiu do local. A vítima ligou para o namorado, que foi com ela até a 19ª Delegacia de Polícia (P Norte) para registrar a ocorrência. Logo depois, os policiais se dirigiram à casa do acusado, onde anunciaram a prisão.
A menina foi levada ao Instituto Médico Legal (IML) para passar por exames. Enquanto o resultado do laudo médico não sai, o idoso permanece preso do Departamento de Polícia Especializada (DPE). Se condenado, pode pegar de seis a 10 anos de reclusão. A delegacia só deve divulgar o nome do acusado após o laudo ficar pronto.
56% DAS 369 VÍTIMAS DE ESTUPRO EM 2009 no DF TINHAM ATÉ 17 ANOS E EM MUITOS CASOS, O AGRESSOR É O PAI, O PADRASTO OU ALGUÉM PRÓXIMO DA FAMÍLIA
Adriana Bernardes e Mariana Laboissière
Publicação: 20/12/2010 - Correio Braziliense
O número de vítimas de estupro no Distrito Federal cresceu 59,7% no ano passado em relação a 2008, de acordo com relatório da Polícia Civil. E, das 369 vítimas, 207 tinham até 17 anos, ou seja, 56% dos casos. O crime é hediondo e, em boa parte das vezes, o agressor é o próprio pai, o padrasto ou conhecidos da família.
Ameaçadas e humilhadas, as vítimas nem sempre conseguem denunciar a agressão por meio das palavras. Trancam-se em si mesmas numa tristeza sem fim ou explodem em atos de violência e rebeldia. Sinais difíceis de serem compreendidos pelos pais que, após a descoberta do crime, ainda se culpam por terem demorado tanto tempo para enxergar a verdade.
O abuso sexual contra crianças e adolescentes ocorre sem distinção de classe social, de escolaridade e de cor da pele. Quando é descoberto dentro do próprio lar, o choque parece ser ainda maior. “O chão sumiu dos meus pés e eu não conseguia pensar direito. As palavras da minha filha dizendo 'foi o papai que me machucou, mamãe' não saíam da minha cabeça. Ao mesmo tempo era difícil acreditar que o pai, que sempre foi tão presente e carinhoso com ela, seria capaz daquela monstruosidade”, relata Ludmila*, 31 anos, servidora pública e mãe de Iara*, de apenas 3 anos, abusada pelo próprio pai.
“O abuso sexual de crianças e adolescentes é um crime difícil de provar porque não há na Justiça, que eu saiba, um único abusador que tenha reconhecido que praticou o abuso. Ele acha que foi a vítima que seduziu ou alega embriaguez. Não assumem o fato porque isso desqualifica a imagem que têm de si mesmos. O abusador comete o abuso às escondidas, à noite ou quando a criança está sozinha. Ele se aproveita das circunstâncias e depois aparece como o cidadão acima de qualquer suspeita.
É preciso que os pais conversem com as crianças. É importante que, já no primeiro ato do abusador, a criança tenha a confiança em quem a proteja para relatar o ocorrido. As orientações podem começar aos 3 anos de idade. Isso também implica em um pacto dentro de casa entre o casal. É preciso que o assunto faça parte das conversas de namorados, noivos e casados. A escola não é o único capital que um pai dá ao filho." Vicente Faleiros é assistente social e professor da Universidade de Brasília e da Católica.
*Os nomes são fictícios para preservar as vítimas e em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente
Publicação: 20/12/2010 - Correio Braziliense
O número de vítimas de estupro no Distrito Federal cresceu 59,7% no ano passado em relação a 2008, de acordo com relatório da Polícia Civil. E, das 369 vítimas, 207 tinham até 17 anos, ou seja, 56% dos casos. O crime é hediondo e, em boa parte das vezes, o agressor é o próprio pai, o padrasto ou conhecidos da família.
Ameaçadas e humilhadas, as vítimas nem sempre conseguem denunciar a agressão por meio das palavras. Trancam-se em si mesmas numa tristeza sem fim ou explodem em atos de violência e rebeldia. Sinais difíceis de serem compreendidos pelos pais que, após a descoberta do crime, ainda se culpam por terem demorado tanto tempo para enxergar a verdade.
O abuso sexual contra crianças e adolescentes ocorre sem distinção de classe social, de escolaridade e de cor da pele. Quando é descoberto dentro do próprio lar, o choque parece ser ainda maior. “O chão sumiu dos meus pés e eu não conseguia pensar direito. As palavras da minha filha dizendo 'foi o papai que me machucou, mamãe' não saíam da minha cabeça. Ao mesmo tempo era difícil acreditar que o pai, que sempre foi tão presente e carinhoso com ela, seria capaz daquela monstruosidade”, relata Ludmila*, 31 anos, servidora pública e mãe de Iara*, de apenas 3 anos, abusada pelo próprio pai.
“O abuso sexual de crianças e adolescentes é um crime difícil de provar porque não há na Justiça, que eu saiba, um único abusador que tenha reconhecido que praticou o abuso. Ele acha que foi a vítima que seduziu ou alega embriaguez. Não assumem o fato porque isso desqualifica a imagem que têm de si mesmos. O abusador comete o abuso às escondidas, à noite ou quando a criança está sozinha. Ele se aproveita das circunstâncias e depois aparece como o cidadão acima de qualquer suspeita.
É preciso que os pais conversem com as crianças. É importante que, já no primeiro ato do abusador, a criança tenha a confiança em quem a proteja para relatar o ocorrido. As orientações podem começar aos 3 anos de idade. Isso também implica em um pacto dentro de casa entre o casal. É preciso que o assunto faça parte das conversas de namorados, noivos e casados. A escola não é o único capital que um pai dá ao filho." Vicente Faleiros é assistente social e professor da Universidade de Brasília e da Católica.
*Os nomes são fictícios para preservar as vítimas e em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente
CRIMES SEXUAIS CONTRA CRIANÇAS EXPLODEM NA REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES
Publicação: 20/12/2010 - Correio Braziliense
De maio de 2009 a novembro deste ano, pelo menos 80 pessoas foram presas por pornografia infantil por meio da internet no país. O número é 1.500% maior do que o registrado nos noves anos anteriores
Os crimes sexuais contra a criança e o adolescente praticados por meio da rede mundial de computadores explodiram ao longo dos últimos anos. Entre maio de 2009 e novembro deste ano, pelo menos 80 pessoas acabaram presas, em todo o Brasil, por pornografia infantil, geralmente por posse ou distribuição de imagens de menores. O número é 1.500% maior do que todas as prisões efetuadas no país entre janeiro de 2000 e abril de 2009, quando cinco criminosos foram detidos. A quantidade de inquéritos instaurados se multiplica em um ritmo mais lento, porém não menos preocupante.
Entre janeiro de 2000 e dezembro de 2008, 1.018 investigações estavam em andamento. Somente de janeiro de 2009 a novembro deste ano, já são 1.318 inquéritos para apurar esse tipo de crime, um aumento de 29,4%. O balanço é da Polícia Federal, onde o delegado Stenio Santos Sousa, do Grupo Especial de Combate aos Crimes de Ódio e à Pornografia Infantil na Internet (Gecop), da Divisão dos Direitos Humanos, chefia a equipe que atua para desbaratar criminosos no Brasil e no mundo. Ao explicar as razões para o crescimento das estatísticas, o delegado Stenio Santos afirma existirem vários fatores. O primeiro deles é que as pessoas estão mais informadas sobre esse tipo de crime e, assim, denunciam mais.
Um dos entraves para as investigações é a recusa de alguns provedores de internet em entregar para a polícia o registro de conexão do criminoso.
Reportagem publicada pelo Correio em maio deste ano revela que, em 60% dos casos, nada acontece ao abusador porque a denúncia da vítima não vira processo criminal. Os dados são de uma pesquisa do Centro de Referência para a Violência Sexual (Cerevs), órgão ligado à 1ª Vara da Infância e da Juventude do DF.
De maio de 2009 a novembro deste ano, pelo menos 80 pessoas foram presas por pornografia infantil por meio da internet no país. O número é 1.500% maior do que o registrado nos noves anos anteriores
Os crimes sexuais contra a criança e o adolescente praticados por meio da rede mundial de computadores explodiram ao longo dos últimos anos. Entre maio de 2009 e novembro deste ano, pelo menos 80 pessoas acabaram presas, em todo o Brasil, por pornografia infantil, geralmente por posse ou distribuição de imagens de menores. O número é 1.500% maior do que todas as prisões efetuadas no país entre janeiro de 2000 e abril de 2009, quando cinco criminosos foram detidos. A quantidade de inquéritos instaurados se multiplica em um ritmo mais lento, porém não menos preocupante.
Entre janeiro de 2000 e dezembro de 2008, 1.018 investigações estavam em andamento. Somente de janeiro de 2009 a novembro deste ano, já são 1.318 inquéritos para apurar esse tipo de crime, um aumento de 29,4%. O balanço é da Polícia Federal, onde o delegado Stenio Santos Sousa, do Grupo Especial de Combate aos Crimes de Ódio e à Pornografia Infantil na Internet (Gecop), da Divisão dos Direitos Humanos, chefia a equipe que atua para desbaratar criminosos no Brasil e no mundo. Ao explicar as razões para o crescimento das estatísticas, o delegado Stenio Santos afirma existirem vários fatores. O primeiro deles é que as pessoas estão mais informadas sobre esse tipo de crime e, assim, denunciam mais.
Um dos entraves para as investigações é a recusa de alguns provedores de internet em entregar para a polícia o registro de conexão do criminoso.
Reportagem publicada pelo Correio em maio deste ano revela que, em 60% dos casos, nada acontece ao abusador porque a denúncia da vítima não vira processo criminal. Os dados são de uma pesquisa do Centro de Referência para a Violência Sexual (Cerevs), órgão ligado à 1ª Vara da Infância e da Juventude do DF.
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